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<title>Gerald Thomas &amp; Dry Opera Company</title>
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<td class="press2">
<H1>Audi�ncia de Gerald Thomas � adiada por falta de testemunhas de acusa��o</H1>
<p class="subhead">Rio de Janeiro, 11 de Novembro de 2003
</p>
<p class="byline">Por Fernanda Savioloo</p>
<img src="../images/press/gt-bunda111103.jpg">

<p>O diretor teatral Gerald Thomas compareceu nesta ter�a-feira (11) ao 2� Juizado Especial Criminal do Rio para audi�ncia do processo que sofre pelo Minist�rio P�blico. Ele foi denunciado por ter mostrado as n�degas ao final de seu espet�culo Trist�o e Isolda, em agosto, em resposta �s vaias da plat�ia. A audi�ncia, no entanto, n�o ocorreu devido � aus�ncia das testemunhas de acusa��o e foi adiada para fevereiro.</p>

<p>Segundo um dos advogados do diretor, Dr. Paulo Freitas Ribeiro, esta seria a primeira audi�ncia do caso, na qual o Minist�rio P�blico deveria apresentar a den�ncia de ato obsceno ao juiz, que poderia ou n�o aceit�-la.</p>

<p>- A acusa��o s� � recebida em audi�ncia. Mas a falta das testemunhas inviabilizou isso porque a defesa n�o pode ser ouvida antes da promotoria. Como n�o houve audi�ncia, n�o h� acusa��o. Por enquanto s� o que temos � uma den�ncia, explicou Ribeiro.</p>

<p>O advogado destacou ainda que a posi��o da defesa em rela��o � den�ncia � que o crime n�o se configura, pois o ato de Thomas n�o pode ser classificado como obsceno.</p>

<p>- O fato descrito n�o constitui ato obsceno, pois n�o teve nenhuma conota��o sexual. Entendemos que n�o houve crime, e por isso entramos com um pedido de trancamento do processo, disse Dr. Paulo.</p>

<p>Gerald Thomas afirmou que a den�ncia foi um ato de censura e que, daqui para frente, vai falar mal do Rio de Janeiro em suas viagens pelo exterior.</p>

<p>- Isso tudo aconteceu por uma quest�o ideol�gica, foi por causa da coca�na, Freud e toda a censura que eu j� sofri, desabafou Thomas.</p>

<p>A reportagem do Babado tentou entrar em contato com a promotora Gisela Brand�o in�meras vezes, mas n�o obteve resposta.
</p>


<br><br>
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